O homem é um ser transformador e criador desde a idade da pedra lascada aos nossos dias ele tem buscado aplicar os materiais e as forças da natureza em benefício próprio. Com o aparecimento da ciência moderna, por volta do século XVI, surgiu o que entende hoje por tecnologia. Por meio da resolução de problemas práticos e da fabricação de novos instrumentos iniciou-se um processo de transformação do mundo. Com o passar do tempo, as transformações começaram a ocorrer a uma velocidade cada vez maior e é o desenvolvimento da engenharia que tem ditado o seu ritmo.
O mundo levou 50 anos para gerar eletricidade após o descobrimento da indução eletromagnética em 1835 por Michael Faraday. O mesmo ocorreu com a energia nuclear e com outros fenômenos. No entanto, década após década, a distancia entre a pesquisa fundamental e suas aplicações tem diminuído sistematicamente, em consequência do avanço da engenharia.
A engenharia trabalha, diariamente, com a criação e o desenvolvimento de materiais, estruturas, máquinas, processos e sistemas para o uso do homem.
O homem sempre fez e faz engenharia, a qual exige formação científica, criatividade e inovação.
Sem engenharia não há energia, não há transporte, não há saneamento, não há habitação, não há telecomunicação, enfim, não há crescimento no planeta.
E o profissional de engenharia é muito importante neste contexto. Ele precisa ter uma formação científica de base sólida. Esta formação é tanto mais valiosa quanto mais eficaz e duradoura for a influência na vida profissional. Em face do progresso científico e da constante inovação tecnológica, quando se fala da formação estamos, também, falando de formação continuada ao longo da vida profissional.
Na universidade aprende-se a aprender, ninguém se forma de uma vez só. Somos estudantes toda a vida.
É preciso mais esforço na formação dos profissionais da engenharia para se buscar o desenvolvimento sustentável capaz de conciliar os aspectos sociais, econômicos e ambientais.





